Adjudicação não é atalho: a nulidade da avaliação sem contraditório e os limites da expropriação judicial
A avaliação integra o devido processo legal executivo e sua realização sem prévia ciência das partes não pode ser sanada pela simples intimação posterior do laudo Héctor Luiz Borecki Carrillo A adjudicação é uma das formas mais eficientes de satisfação do crédito no processo executivo. Por meio dela, o credor pode receber o próprio bem […]
Quando a execução bancária pode ser considerada abusiva
Se você está enfrentando uma execução judicial proposta por banco e há indícios de abuso ou irregularidade, é fundamental realizar uma análise jurídica especializada.
O escritório Carrillo Advogados atua na defesa de vítimas de irregularidades financeiras envolvendo instituições bancárias, com foco na identificação de falhas em execuções, responsabilização civil e proteção patrimonial.
Cobrança judicial indevida por banco: direitos do consumidor
Ser acionado judicialmente por um banco é uma situação delicada. No entanto, nem toda cobrança judicial é legítima. Em muitos casos, o consumidor pode estar diante de uma cobrança indevida, baseada em erro, falha de sistema ou irregularidade na análise da dívida. Quando isso ocorre, a lei garante proteção ao consumidor e permite a contestação […]
O que fazer quando o banco entra com ação judicial de cobrança
Receber uma ação judicial de cobrança proposta por banco é uma situação que exige atenção imediata. Esse tipo de processo pode evoluir rapidamente e gerar bloqueio de valores, penhora de bens e aumento significativo da dívida.
No entanto, é importante entender que nem toda cobrança judicial é automaticamente válida. Em muitos casos, existem erros, irregularidades ou até cobranças indevidas que podem ser questionadas.
Banco pode cobrar dívida duas vezes?
A cobrança de uma mesma dívida mais de uma vez é uma situação que gera dúvida e preocupação — e, em muitos casos, pode indicar irregularidade na conduta da instituição financeira.
Se você está sendo cobrado novamente por um valor que já foi pago ou já foi objeto de cobrança anterior, é essencial entender que nem toda cobrança repetida é legítima.
Erro em cálculo de dívida bancária: quando o valor cobrado pode estar errado
Cobranças bancárias muitas vezes envolvem valores elevados, juros complexos e múltiplos encargos, o que aumenta significativamente o risco de erros nos cálculos.
Em diversas situações, o valor apresentado pelo banco pode estar incorreto, inflado ou sem transparência, gerando prejuízos relevantes ao cliente, especialmente em cobranças judiciais.
Banco cobrando dívida prescrita: é possível anular a execução?
Se você recebeu uma execução judicial envolvendo uma dívida antiga, é importante verificar se ainda existe direito de cobrança.
O escritório Carrillo Advogados atua na defesa de vítimas de irregularidades financeiras envolvendo bancos, com foco na análise técnica de execuções, identificação de prescrição e proteção patrimonial.
Execução bancária irregular: quando a cobrança pode ser anulada
Se você está enfrentando uma execução judicial proposta por banco e há dúvidas sobre a validade da cobrança, é essencial realizar uma análise jurídica especializada.
O escritório Carrillo Advogados atua na defesa de vítimas de irregularidades financeiras envolvendo instituições bancárias, com foco na identificação de falhas em execuções, responsabilização civil e proteção patrimonial.
Banco entrou com execução judicial: como se defender
Se você recebeu uma execução judicial proposta por banco, é possível que existam aspectos relevantes a serem analisados antes de qualquer decisão.
O escritório Carrillo Advogados atua na defesa de vítimas de irregularidades financeiras envolvendo instituições bancárias, com foco na análise técnica de execuções, identificação de falhas na cobrança e proteção patrimonial.
Cobrança de dívida bancária em duplicidade: o que fazer
A cobrança de uma dívida bancária em duplicidade é uma situação grave que pode gerar prejuízos financeiros relevantes, restrições indevidas e até ações judiciais ilegítimas.
Em muitos casos, o consumidor já pagou a dívida — ou ela já foi objeto de cobrança anterior — e, ainda assim, o banco ou empresa vinculada volta a exigir o mesmo valor.